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Luís Marinho a Verdade Luis Marinho Construção Civil Unipessoal Lda

14. O TELHADO

(parte 2)

O TELHADO Luis Marinho A Verdade

Iniciaram-se os trabalhos propriamente ditos, removeram-se as telhas velhas e restante entulho resultante da demolição que era necessária fazer para instalação do novo telhado. Esta tarefa foi executada essencialmente pelo “Vandame-lee” e pelo “Aparadinho”. Efetuaram-se todos os preparativos para o dia “D” que era o primeiro dia da montagem do telhado. Estavam presen-tes o Luís Marinho, o seu tio o “Sábio Cintilante” (nome fitício), o Petuco, o Vandame-lee, o Aparadinho, mais 3 indivíduos de nacionalidade brasileira que não é importante distinguir dos demais e por fim o “Elemento X” que entra na equipa sob a minha responsabilidade. Um monte de gente na obra, mas a ideia principal era de fazer o trabalho de forma célere, pois não fosse o tempo complicar o andamento da obra. O ambiente inicial era de grande azafama e todos queriam fazer tudo, dava gosto ver tanto empenho. Mas era sol de pouca dura. Era bom demais para ser verdade.O Elemento X organizou o trabalho e impôs o ritmo de trabalho e a obra foi aparecendo. Os ensinamentos pelo Elemento X foram se somando, mas houve alguns que não foram bem compreendidos e logo não foram colocados em prática. 

Exemplo disso era o facto às 16:45 todos desciam o andaime e deixavam o Elemento X a trabalhar sozinho, diziam que tinham que arrumar a ferramenta. Eu não sou nenhum “tio patinhas”, mas se multiplicarmos 15 minutos por cada funcionário e multiplicarmos pelos dias da semana, garanto que são umas horas. Horas estas que são pagas e não se trabalha. É claro que isto o Luís Marinho só veio a saber pela minha boca e duvidou que eu estivesse a falar verdade. Tive que usar o Elemento X para atestar que eu falava verdade. Estas horas somadas as outras que usavam para ir ao café, e restante tempo que ficavam na treta. Foram umas boas dezenas de horas pagas sem existir trabalho efetivo. Assim podemos ver o elevado nível da “equipa maravilha”. Passo a contar um episódio com aconteceu com o Aparadinho. O Aparadinho estve a fazer um trabalho de abertura de um roço na platibanda para colocação de telhas. Estavamos numa fase inicial da montagem do telhado sendo alertado pelo Elemento X que o roço teria de ser maior. Resistiu ao que lhe foi solicitado e continuou como achava que deveria fazer. Também o patrão dele não vinha à obra para saber se estavam a tudo bem, por isso entre o pessoal reina a desorganização. Dias mais tarde, já com a montagem do isolamento do telhado quase terminada é que verificou que teria de abrir mais o roço.  Foi então fazer e acabou por numa das empenas do sujar a telha “onduline”. Vi aquele “magnifico trabalho”, intervi e mandei limpar e soprar o telhado com o compressor que era meu, porque nem isso o patrão manda para a obra.

Foram precisos um dia e meio, não pelo telhado ser grande, mas sim porque fez lentamente e contrariado. Isto é só mais um episódio. A obra de substituição do telhado iniciou a 1 de setembro e durou até ao dia 18 de outubro e não ficou terminada. Eu passo a explicar, não é o telhado que é grande, o ritmo de trabalho é que era muito baixo. No dia 18 de outubro choveu e claro deu origem a infiltrações. Choveu ainda mais dois dias e regressou dias sol e alternados com um dia ou dois de chuva. Desde aí, nunca mais recebi nenhuma justificação da ausência equipa maravilha. A casa permaneceu com andaimes montados em volta dela, chuva a infiltrar pelo isolamento do telhado e mesmo dentro de casa. Optei por aguardar e ver até onde ía a irresponsabilidade do Luís Marinho. Sobe então que o Luis Marinho contava que tentava ligar-me e que eu não atendia mas que passava à frente da casa mais que uma vez por semana para ver se os andaimes estavam ainda montados e que via o meu carro à porta. Uma das pessoas que ouviu esta mentira questionou “se vês lá o carro porque é que não páras para falar com o dono da casa?” com andaimes montados em volta dela, chuva a infiltrar pelo isolamento do telhado e mesmo dentro de casa. Optei por aguardar e ver até onde ía a irresponsabilidade do Luís Marinho. Sobe então que a umas pessoas o Luis Marinho contava que tentava ligar-me e que eu não atendia. Mais uma mentira para o Luís Marinho pedir perdão ao padre. O Luís Marinho só me ligou no dia 21 de novembro a perguntar se o pessoal dele poderia ir para obra no dia seguinte. Eu respondi que primeiro era importante ter uma conversa com ele. Assim aconteceu e dei instruções para a desmontagem dos andaimes e não aceitei que fosse mais alguma coisa na obra.
Mais umas mentiras para o Luís Marinho pedir perdão ao padre. O Luís Marinho só me ligou no dia 21 de novembro a perguntar se o pessoal dele poderia ir para obra no dia seguinte, parece que nada se havia passado. Eu respondi que primeiro era importante ter uma conversa com ele pessoalmente e veio à minha casa. Dei instruções para a desmontagem dos andaimes e não aceitei que fosse mais alguma coisa na obra, nem queira a equipa maravilha cá em casa. Estava cansado de tanta incompetência, mentiras e intrigas.
Assim ficou a casa por mais de um mês, com toda a irresponsabilidade de quem não se preocupa com o que anda a fazer. Para trás fica um rasto de falta de profissionalismo, negligência, imaturidade, inconsequente e até mesmo desleixado. Eu exponho o que se passou na minha obra factos, assente na verdade e com provas físicas das minhas afirmações. Restou-me procurar por uma empresa competente e tratar de terminar o trabalho que outros não fizeram e felizmente hoje está terminado a obra do telhado.

Cada palavra que encontra neste espaço é tecida a partir de experiências genuínas e momentos vividos na primeira pessoa. Aqui, a autenticidade é a minha bússola, guiando-me para narrativas reais e verdadeiras.
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