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Luís Marinho a Verdade Luis Marinho Construção Civil Unipessoal Lda

13. O TELHADO

(parte 1)

O TELHADO Luis Marinho A Verdade

Vamos lá contar mais um dos problemas que aconteceram. Desta vez é sobre o telhado. Desde sempre que falei sobre o telhado com o Luis Marinho foi-me fácil perceber que ele entendia tanto de isolamento térmico de telhados como eu falo fluentemente chinês. Começou por sugerir uma montagem de um isolamento térmico no telhado como tinha sido construído na obra que ele fez em Samora Correia. Claro tirei informações sobre o dito telhado e os comentários foram maus. Mais uma vez os próprios funcionários do Luís Marinho foram os primeiros a dizer “ficou uma grande mer… ” qualidade do trabalho efetuado, mas provavelmente o dono da obra verá isso na primeira pessoa daqui a algum tempo. O Luís Marinho ainda tentou apresentar outro tipo de telhado fabricado por uma empresa cerâmica da região, mas como tinha partes metálicas na construção perdeu de imediato o interesse. A casa fica a um quilómetro do mar e maresia devora o ferro.

Fui então procurar outras soluções por iniciativa própria e encontrei um tipo de isolamento que não sendo inédito em Portugal é muito usado em países nórdicos. Coloco a questão ao Luís Marinho se tinha capacidade e conhecimento para montar o telhado. Claro que a resposta foi super afirmativa (parecia que já fazia este tipo de trabalho desde pequenino ou coisa do género). Mais uma vez questionei alguns elementos que trabalham há mais tempo na “equipa maravilha” e mais uma vez a resposta foi clara. “desse tipo telhado nunca fizemos… nem nunca vi nada assim!” Foi o argumento que eu necessitava para procurar alguém que fosse competente e tentar encaixar na equipa. Falei com um profissional que ambos conhecíamos e passou a fazer parte da equipa que iria levar este projeto a bom porto, mas apenas por uns dias por falta de disponibilidade. O Luís Marinho usou do escarno e gozo para me responder quando o informei que a equipa iria ter um elemento novo sob a minha responsabilidade. O que vale é que depois Luis Marinho vai à missa pedir perdão ao padre e isto passa tudo.

Sobre a igreja tenho uma opinião muito pessoal, que partilho convosco rapidamente. Respeito as crenças religiosas de todos. No entanto, não posso deixar de notar que, apesar de professar os princípios compar-tilhados pela igreja, o Luís Marinho não aplica esses princípios na sua vida profissional quotidiana.
No dia 29 de agosto de 2022 foi o início da montagem de andaimes para a reconstrução de telhado. Nesse dia eu estava de férias, regressei uns dias mais tarde. De regresso à obra encontro o Vandame-lee e o Aparadinho, esta era a dupla de montagem do andaime da casa. Neste primeiro dia vejo que chegam mais tarde e prontificam-se a explicar que haviam ido ao estaleiro da empresa para a qual trabalham buscar peças ou algo do género. Passado nem meia hora voltam a sair e dizem que vão buscar algo que se esqueceram. É neste momento que observo que para além da falta de organização os funcionários do Luís Marinho andam sempre aos pares e até para conduzir uma viatura é preciso de ajudante de motorista quando existe trabalho a fazer na obra. Isto porque este trabalho eu pagava à hora, não foi feito qualquer tipo de orçamento porque para além de colocar na equipa um elemento externo todos os materiais a aplicar foram comprados diretamente por mim. Telefone para o Luís a saber se prática normal, pediu desculpa e disse que iria resolver o problema.

(continua na parte 2)

Cada palavra que encontra neste espaço é tecida a partir de experiências genuínas e momentos vividos na primeira pessoa. Aqui, a autenticidade é a minha bússola, guiando-me para narrativas reais e verdadeiras.
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